quinta-feira, 29 de outubro de 2015

DEMÊNCIA DO CORPÚSCULO DE LEWY (DCL)

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Observou-se que esta demência passeia por quase todas as demências, principalmente pela Doença de Alzheimer por causa das características encontradas em ambas. 
 
Em 1912 e 1913, Friedrich Lewy descreveu a DCL como um enovelado que se encontra no núcleo basal Meynert. Este Corpúsculo de Lewy manifesta uma demência e geralmente acomete muito idosos. Ele possui placas senis e emaranhados neurofibrilares corticais, também localizado no tronco encefálico.
 
Esta DCL causa uma demência em específico um déficit cognitivo grave, que pode ser diagnosticado melhor no exame anatomopatológico.
 
Em 1991 e 1992 surgiram críticos pra analisar esta demência. Em 1991, apareceu um crítico de Nottingham e em 1992, apareceu um outro crítico de Newcastle.
 
Em 1995, foi realizado o primeiro congresso internacional para analisar os diagnósticos desta demência. Ela acomete de 10% a 25% das demências. Suas características da síndrome demencial é muito parecido com a Doença de Alzheimer (DA).
 
- Déficit cognitivos, prejudicando o convívio social e profissional.
 
O Corpúsculo de Lewy é uma inclusão intracitoplasmática eosinofílica hialina e encontra-se no córtex. Este corpúsculo é composto por duas proteínas, a ubiquitina e a alfa beta cristalina.
 
Estas proteínas tem uma função citoprotetora, o CL além de ter estas proteínas, também são proteínas precursoras da beta-amiloides. Existem muitas proteínas além estas duas citadas, a alfa sinucleica é a proteína antagonista da ubiquitina.
 
Estas proteínas são marcadores para algumas doenças como atrofia de múltiplos sistemas, como por exemplo: DP, DCL.
 
Em CL é encontrado em várias doenças neurodegenerativas, mas é mais associada à DP.
 
Para ser diagnosticada a DCL têm que aparecer mais de uma ou duas características, isto foi definido por McKeith. Existem características bem parecidas tanto em DCL  e a DP. Mesmo tendo características parecidas, o que acomete mais é a Doença de Parkinson.
 
O Corpúsculo de Lewy é encontrado em locais parecido com a DP, eles são encontrados nos núcleos subcorticais e em regiões corticais cerebrais.
 
Há uma perda neuronal do sistema dopaminérgico nigroestriatal e colinérgico basal frontal. Esta perda citada acima esclarece a flutuação de atenção e a vigilância. Toda esta perda esta associada ao CL e afeta tanto a DCL quanto DP. Então a DCL esta associada com a DP e DA. A CL não estão presentes nas áreas límbicas.
 
A genética tem uma influência na DCL. E geralmente acomete gêmeos monozigóticos e famílias com um históricos de DCL. Observou-se um aumento na frequência no alelo E4, mas este não é o único que terá mudanças, também tem um aumento de frequência no alelo 2D6B do  CYP2D6, que esta ligado ao risco da Doenças de Parkinson.
 
A DCL é um distúrbio que engloba um espectro de manifestações. Sendo assim elas, estão conectadas tanto a DP quanto a DA. Então o clínico tem que identificar claramente para não haja as iatrogênicas (doenças com efeitos e complicações causadas como resultados de um tratamento médico).   

domingo, 25 de outubro de 2015

COMO É A COMPOSIÇÃO DOS SEUS NEURÔNIOS?

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
As células que compõe o seu sistema nervoso são especiais e elas tem o funcionamento muito complexo e ai que surge estas células que tem a percepção, emoções e consciência.
 
Nosso cérebro é composto de células neurônios e células da glia. As células da glia dão suporte e proteção e ajudam os neurônios a comunicar. Mas os neurônios que estão envolvidos com atividades mais complexas do cérebro embora o número de glia cérebro seja quase 10 vezes maior que o número de neurônios. Será que vem dai a história que usamos dó 10% do nosso cérebro?
 
 Um neurônio é composto de um corpo celular, axônio e dendritos. O axônio é o prolongamento celular que transferi informações do sistema nervoso. Eles podem variar de 1 mm de altura até 1 metro e no final do axônio existem o que chamamos de terminal axonal e é nesta parte que ele se conecta com o corpo celular ou dendritos para transmitir informação. Os dendritos são prolongamentos que se estendem e recebem sinais de outros neurônios.
 
Sinapses são os pontos de encontro de dois neurônios e elas são compostas de um lado pré-sináptico e outro lado pós-sináptico. A transmissão de um neurônio para o outro, este é o processo mais básico que ocorre no cérebro, isto acontece da seguinte maneira, quando o impulso elétrico chega no final do axônio são liberados substâncias químicas conhecidas como neurotransmissores e eles são detectados pelos dendritos o corpo celular que se encontra do outro lado da sinapse.
 
Apartir das detecções dos neurotransmissores que são gerados nos dendritos, o corpo celular onde estão recebendo informação o impulso elétrico que percorre o neurônio, então o processo se repete, este processo do impulso elétrico passa pelo neurônio devido por uma passagem rápida de íons na membrana dos neurônios. A maioria dos axônios possuem uma bainha de mielina, ela é muito importante e ocupa um grande parte do axônio acelerando as informações pelo axônio, a mielina é muito importante o funcionamento da grande parte dos neurônios.
 
O exemplo drástico que esta ocorre da mielina danificadas é a Esclerose Múltipla na situação na qual a bainha de mielina são danificadas pelo próprio sistema imune da pessoa e a comunicação de diversos neurônios ficam interrompida e diversas lesões surgi em diversos locais no sistema nervoso, que pode acontecer em diversas partes como exemplo: a parte cognitiva e motora.
 
E agora parte dá para pensar que este processo eletroquímico acontece inúmeras vezes, em diversas regiões do seu cérebro e ao tempo todo que de tal maneira envia sinais elétricos para  todas as regiões do seu corpo incluindo seu coração e seus dedos para executar ações. Você aponta o dedo para qualquer lugar e seu coração bate.
 
OBRIGADO POR EXISTIR NEURÔNIOS !!!!!    

sábado, 24 de outubro de 2015

NEURÔNIOS: COMO É QUE O CÉREBRO FORMA OS NEURÔNIOS?

 
 
Vamos entender como somos formados. As células tronco recém formados precisam de afastar-se das suas progenitoras antes de atingirem a diferenciação celular.
 
Ao atingirem este estado proliferam dando origem a outras células: As células percursoras neurais, estas por sua vez sofrem um processo de maturação complexo para o posterior formação dos neurônios. 50% das células percursoras neurais morrem e a outra evolui para astrócitos, oligodendrócitos e finalmente atingem a fase de neurônios que é a unidade básica de todo sistema nervoso.
 
A formação dos neurônios envolve um espaço complexo no cérebro que é a parte inferior do ventrículo cerebral, mais propriamente o hipocampo, em conjunto com os bulbos olfativos.